quarta-feira, 10 de setembro de 2025

PERGUNTA AOS CATÓLICOS SOBRE A SOLA SCRIPTURA



1. Se a igreja Católica Romana deu a Bíblia ao mundo, sendo infalível em suas decisões, então por que muitos membros de seu clero rejeitaram os livros apócrifos?Roma rejeitou ou pôs em dúvida a canonicidade e autoria das epístolas de Tiago e Hebreus. Então porque mais tarde veio aceitá-los? E como ela pode aceitar livros como sagrados sendo que mais tarde estes vieram a ser rejeitados?
2. Se a igreja Católica realmente é dirigida pelo Espírito Santo de modo que os católicos podem confiar nela como sendo ” a única igreja verdadeira”, por que ela errou em coisas tão simples assim?
3. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397 d.C. então por que versões diferentes daquele mesmo cânon continuou a circular tempos depois?
4. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397, por que então a iniciativa foi de dois Sínodos africanos: Hipona (393 d.C) e Cartago, (397 d,C) e não de Roma?
Obs: mesmo que o concílio de Cartago em 393 tenha consultado Roma sobre o assunto do cânon não prova que Roma teve alguma participação direta ou iniciativa em determinar o cânon.
Ademais os dois concílios mencionados estavam sobre o controle das igrejas que mais tarde iriam tornar-se o que hoje conhecemos como ” igreja ortodoxa”. Como podem dizer que foi a igreja Católica Romana quem determinou o Cânon? Sendo assim, seria a Igreja Ortodoxa e não a católica romana que realmente deu a Bíblia.
5. Se a igreja Católica, deu a Bíblia ao mundo, por que ela não reclamou isto logo nos primeiros séculos? Por que teve de esperar até o século VXI no Concílio de Trento, para oficialmente juntar os livros apócrifos ao Cânon?
6. É interessante notar que ambos: Católicos Romanos e Ortodoxos reclamam ser os guardiões da Bíblia. Cada qual dizem que foi sua igreja quem deu a Bíblia ao mundo. Mas se ambos fazem a mesma reclamação por que então possuem livros diferentes em cada uma de suas Bíblias? Se ambas reclamam para si esta autoridade, então a autoridade de qual igreja nós deveríamos aceitar? E se ainda isto for caso de tradição, qual tradição nós deveríamos seguir neste caso?
7. Os católicos poderiam fornecer o exemplo de uma única doutrina que teve origem na tradição oral apostólica a qual a Bíblia se silencia?
8. Os católicos podem fornecer provas de que sua tradição doutrinaria é apostólica em sua origem?
9. Os católicos poderiam fornecer um único exemplo de uma inspirada ” revelação oral” apostólica (tradição inspirada) que difere da escrita (sagradas escrituras) ?
10. Se [os católicos afirmam que] não é permitido fazer interpretações particular da Bíblia, como saberemos então quem está dizendo a verdade quando as duas igrejas afirmam ao mesmo tempo que a ” tradição apostólica” apóia suas doutrinas, quando na verdade nós sabemos que elas são opostas entre si?
11. Se porventura o cânon hebraico foi definido somente no concílio de Jâmnia [como afirmam oscatólicos]. Então isto levanta a seguinte indagação: será que Deus deixaria de dar uma lista dos livros inspirados a Israel quando ainda estava em sua terra, para repentinamente fornecer esta lista em 70 d.C depois que Israel havia sido destruído?
12. Se a Igreja Católica Romana e a Ortodoxa se consideram cada qual o “pilar e o fundamento da verdade” e por isso protegida de erros, então por que elas mesmas ensinam doutrinas tão diferentes umas das outras? E como explicar os muitos erros e heresias feitos durante todos estes tempos por tantos papas e a igreja católica em geral?
13. Se as ambas as igrejas Católicas e Ortodoxas seguem exatamente a verdadeira tradição oral apostólica , como podem ensinar doutrinas tão diferentes aponto de uma não se comunicar com a outra se excomungando mutuamente?
14. Ambos Tertuliano e Jerônimo deu uma lista de tradições orais que não foram encontradas na Bíblia. (Tertuliano em De Corona, ch 3-4) e (Jerônimo, Diálogo Contra os Luciferianos, 😎
Tertuliano chegou a afirmar que muitas práticas ensinadas por ele não tinham base bíblica sendo sustentadas apenas pela tradição oral, por exemplo: batizar por imersão três vezes, dando ao batizando um pouco de “leite e mel” então proibindo a pessoa de tomar banho por uma semana; até mesmo o trabalho aos domingos foi proibido, e o sinal da cruz era para ser feito na testa. Jerônimo, seguindo Tertuliano, disse que essas “observâncias são derivadas da tradição, e tem adquirido até mesmo autoridade de lei escrita”. Nossa pergunta é:
a) porque a igreja católica não segue estas tradições ?
b) Por que a igreja Católica não pratica o batismo por imersão ?
c) Por que ela não imerge três vezes seus membros durante o ato batismal?
d) Por que o católico Romano e as igrejas Ortodoxas não guardam quaisquer destas tradições, com a exceção de imersão três vezes feito pela igreja Ortodoxa?
e) Se a ” tradição apostólica” ensina fazer o sinal da cruz na testa, por que ambas fazem-no no abdômen, tórax e cabeça, mudando assim esta prática?
f) Se devemos seguir as tradições orais da igreja , então por que ambas as igrejas que defendem esta mesma tradição não mais praticam estas coisas?
Veja algumas práticas consideradas “tradição oral” que nenhum católico pratica hoje em dia:
*Negar o diabo antes do batismo
*Batizar imergindo o fiel três vezes na água.
*Beber leite e mel depois do batismo
*Não tomar banho por uma semana depois do batismo
*Não trabalhar aos domingos
*Fazer o sinal da cruz na testa 15. Por que os católicos romanos sempre usam 2 Timóteo 2:2; 3:14 como prova bíblica de uma extra-bíblica tradição oral dada através de sucessão apostólica, quando esta mesma tradição diz que Timóteo foi bispo de Éfeso, que pela sucessão, faz parte da igreja Ortodoxa Grega e não da romana?
16. Se 2 Timóteo 2:2 prova uma suposta linha de sucessão, [pelo argumento acima] isto então prova também que a igreja Católica Romana está separada daquela sucessão, já que ambas não têm comunhão uma com a outra?
17. Por que quando o católico encontra a palavra tradição na Bíblia ele sempre interpreta como sendo a chamada “tradição oral” em vez de ser corretamente entendido como se referindo as palavras escritas dos apóstolos, sendo que a Bíblia chama as Escrituras de tradicao em 2 Tess. 2:15, e Atanasio chama de tradição as Escrituras?
Obs: Atanásio falava sobre “a tradição Apostólica ensinada nas abençoadas palavras de Pedro”, que dizia “Assim como Cristo sofreu por nós na carne” então cita: 1 Pedro 4:1; Tito 2:13; Heb 2:1 (Atanásio, Aos Adelphius, 60, 6).
18. Os Pais da Igreja acreditavam que Paulo havia dito em Ef. 3:3-5, que a Escritura podia ser compreendida através de uma mera leitura. Eles falavam que até mesmo os heréticos poderiam entender as Escrituras por apenas lê-la. Se até mesmo aqueles heréticos eram capazes de compreender a Bíblia, como então os católicos romanos ensinam que nós precisamos de um magistério eclesiástico para tal? (Tertullian, A Carne de Cristo, c. 20), (Atanásio, A Encarnação do Verbo, 56), (Hilario de Poitiers, A Trindade, Livro 1, 35 e 7,16)
19. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário que todos os protestantes fossem alfabetizados. Se possuir uma cópia das Escrituras é uma pré condição essencial ao Sola Scriptura, então o que dizer dos católicos analfabetos? Como eles irão saber que os ensinamentos de seus catecismos é verdadeiro? Se os católicos [analfabetos] podem entender o Catecismo por ter alguém que leia para eles, então por que não pode acontecer o mesmo com a Bíblia?
20. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário a distribuição universal da Bíblia em toda a terra. Ora, se isto é uma pré condição essencial de Sola Scriptura, então como os católicos sabiam que era verdade os ensinamentos do papa antes da época moderna da imprensa?
21. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como fazem os católicos analfabetos para saber seu catecismo? A mesma lógica não poderia se aplicar äs analfabetos católicos de ambas as igrejas? Se o católico pode “saber a verdade católica” por escutar leitura do catecismo por terceiro, então por que não podemos aplicar a mesma lógica quanto aos evangélicos em relação à Bíblia?
22. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como faz o católico analfabeto para saber o que o padre está ensinando é certo e está realmente de acordo com os dogmas católicos e decretos dos Concílios e dos papas se eles não podem ler os documentos?
23. Os católicos alegam que o método protestante de poder interpretar as Sagradas Escrituras pessoalmente com a ajuda do Espírito Santo não é um método válido de determinar a verdade por causa das inúmeras denominações que se dividiram usando este método. Mas se isto é verdade, então também é verdade que a sucessão apostólica e as tradições orais da igreja são igualmente inválidas como método correto de saber a verdade, porque a igreja Romana e a Ortodoxa são duas denominações que usam este método e ainda assim são divididas doutrinariamente. Ora, se a diversidade de doutrina e a diversidade de igrejas protestantes provam que a interpretação pessoal das Escrituras é um método falho não se dá o mesmo com os católicos e ortodoxos que usam o método baseado nas tradições da igreja, mas que mesmo assim permanecem divididos?
24. Os católicos podem provar que além das Escrituras outra fonte de autoridade doutrinária seja theopneustos (inspirada)?
25. Onde está escrito nas Escrituras que a tradição é igulamente theopneustos ?
26. Porque nem Jesus e nenhum dos apóstolos nunca incentivaram ou usaram a tradição oral para definir doutrinas?
27. Pode algum católico provar que as doutrinas do papado, indulgência, imaculada conceição, assunção do corpo e alma de Maria ao céu, virgindade perpétua, batismo infantil, os sete sacramentos, purgatório, e as demais doutrinas extra-bíblicas catóicas foram ensinadas pelos apóstolos?
28. Pode algum católico provar que em todas as tradições alegadas acima os pais da igreja [todos eles] estavam de pleno acordo?
29. Porque havia divergências sérias entre os pais da Igreja em torno de pontos doutrinários católicos que hoje se tornaram dogmas?
30. Porque a tradição oral católica precisou ser posta em forma escrita? Porque ela não permaneceu na forma oral? Isso não é prova de que a forma escrita é mais confiável que a oral?

 

DEUS MANDOU FAZER IMAGENS?


Já tivemos a desdita de ver muitos católicos se escudando em Êxodo 25.18; 26.1;1 Reis 6.23; 8.7; Hebreus 9.5; Números 21.8,9, enquanto “veneravam” os seus “santos”. É que estes versículos registram que Deus mandou fazer dois querubins (categoria de anjos) de ouro, bem como uma cobra de metal. Mas eles precisam saber que realmente não é pecado fazer imagens de escultura. Pecado é prostrar ante seus pés para pedir algo aos “santos” por elas “representados”. Há, pelo menos, três provas bíblicas de que as coisas sãos assim:
1ª) Embora seja verdade que em Nm 21.8-9 possamos ler que Deus mandou fazer uma cobra de bronze, não podemos esquecer que em 2 Reis 18.4, está escrito: “Ele destruiu os altos, esmigalhou as estátuas, e deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés tinha fabricado: porque os filhos de Israel até então lhe haviam queimado incenso: e a chamou Nohestan” (versão católica Figueiredo). A interpretação é que os israelitas idolatraram a estátua que Deus mandara fabricar, razão pela qual, o fervoroso e zeloso servo de Deus, que foi Ezequias, a fez em pedaços. Ora, o fato de a Bíblia não nos ensinar a rezar aos mortos (santos), somado a outro fato igualmente relevante de que essa prática se inspira no paganismo, é motivo mais que suficiente para rejeitarmos isso. Imitemos Ezequias!
Mesmo como que entre parênteses, não podemos deixar de fazer constar que, por dizer Jesus que “E do modo porque Moisés levantou a serpente, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna” (João 3.14-15), nos leva a crer que a serpente hasteada por Moisés tipificava a crucificação de Cristo. E a cura miraculosa que se dava ao simples gesto de olhar a serpente levantada (Números 21.8,9), fala da simplicidade da salvação em Cristo, por meio da fé (Efésios 2.😎, sem o auxílio das obras (Efésios 2.9), embora seja para as obras (Efésios 2.10). Como está escrito: “Olhai para mim, e sede salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus e não há outro” (Isaías 45.22 – ARA).
2ª) O que nos leva a crer que o Catolicismo é um sistema idolátrico, não é apenas o fato de os católicos se ajoelharem diante dos seus “santos” (se bem que só isso bastaria), mas também o fato de rezarem a esses “santos ”. Assim os católicos seriam idólatras ainda que não usasse uma só estátua. Os católicos só deixarão de ser idólatras quando orarem como o povo de Deus tem orado através dos séculos: direto a Deus e exclusivamente a Deus (Mateus 6.9-13; Atos 1.24-25; 7.59-60; 4,24-30; 2 Coríntios 12.8; Apocalipse 22.20; João 15.16; 14.14; Gênesis 4.26; 18.23-32; 24.12-14; 25.21; 28.20-22; Juizes 16.28, etc.).
3ª) Realmente não se pode negar que Deus mandou confeccionar imagens de escultura, mas também é inegável que Ele proibiu essa prática em Êx 20.4. Certamente este aparente paradoxo se explica informando que Deus não se opõe ao uso de imagens, contanto que tais estátuas não sejam imagens dos deuses e usadas no culto às divindades pagãs. Neste caso devem ser rejeitadas e desdenhadas (Sl 115 [versões protestantes]), e não adaptadas ao culto cristão, como a Igreja Católica vem fazendo desde o 4º século da Era Cristã. Sim, leitor, arranjando um “santo” para cada coisa e prostrando aos pés das suas imagens para suplicar bênçãos, os católicos não estão repudiando o paganismo, e sim, ajustando-o ao Cristianismo. E só não seria assim se eles pudessem mostrar na Bíblia que os profetas, Jesus e os apóstolos ensinaram isso.
PASTOR JOEL SANTANA, leciona Teologia Sistemática, História Eclesiástica, e Apologética (ou Religiões Comparadas) em vários Seminários Teológicos no Rio de Janeiro/RJ.


 

O EVANGELHO IMUTÁVEL VS TRADIÇÕES ROMANAS


A passagem de 𝐆𝐚́𝐥𝐚𝐭𝐚𝐬 𝟏:𝟖-𝟏𝟏 diz o seguinte na Almeida Corrigida Fiel (ACF):
𝟖 Mas, ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu, vos anuncie outro evangelho além do que já vos temos anunciado, seja anátema.
𝟗 Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
𝟏𝟎 Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
𝟏𝟏 Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
𝐄𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐚𝐬𝐬𝐚𝐠𝐞𝐦
𝟏. 𝐎 𝐏𝐞𝐫𝐢𝐠𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦 “𝐎𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨” (𝐯. 𝟖-𝟗)
O apóstolo 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 alerta os gálatas sobre a possibilidade de que 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐬𝐞𝐣𝐚𝐦 𝐩𝐫𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬 a eles. Ele chega a dizer que, 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐣𝐨 𝐝𝐨 𝐜𝐞́𝐮 viesse pregar algo diferente do que ele já havia ensinado, esse anjo deveria ser considerado anátema (amaldiçoado, condenado por Deus).
Isso indica que 𝐨 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐞́ 𝐢𝐦𝐮𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐞 𝐝𝐞𝐟𝐢𝐧𝐢𝐭𝐢𝐯𝐨. Nenhuma tradição, nova revelação ou ensino adicional pode alterá-lo.
Paulo reforça essa advertência no verso 9, repetindo o alerta de que 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐚𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚̃𝐨𝐬 𝐣𝐚́ 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐣𝐞𝐢𝐭𝐚𝐝𝐨. Essa repetição enfatiza a gravidade do problema e indica que falsos mestres já estavam tentando desviar os crentes na Galácia.
𝟐. 𝐎 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐒𝐞𝐫𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭𝐨 𝐍𝐚̃𝐨 𝐁𝐮𝐬𝐜𝐚 𝐀𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬 (𝐯. 𝟏𝟎)
Aqui, Paulo afirma que 𝐬𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭𝐨. Isso mostra que a fidelidade ao Evangelho 𝐧𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐬𝐞𝐫𝐚́ 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐫 e pode gerar oposição.
Muitos líderes religiosos, em todas as épocas, adaptam a mensagem para agradar ao público, mas Paulo ensina que a fidelidade a Deus é mais importante do que a aceitação dos homens.
𝟑. 𝐎 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐍𝐚̃𝐨 𝐕𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬, 𝐌𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐃𝐞𝐮𝐬 (𝐯. 𝟏𝟏)
Paulo deixa claro que 𝐨 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐠𝐨𝐮 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐨𝐫𝐢𝐠𝐞𝐦 𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐚𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐟𝐨𝐢 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐃𝐞𝐮𝐬. Isso reforça a autoridade do ensino apostólico, pois ele não veio da lógica humana, da filosofia ou de tradições religiosas, mas de uma 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐢𝐯𝐢𝐧𝐚.
𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐄𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨𝐮 𝐄𝐬𝐬𝐚 𝐃𝐨𝐮𝐭𝐫𝐢𝐧𝐚?
𝐎 𝐩𝐫𝐨́𝐩𝐫𝐢𝐨 𝐚𝐩𝐨́𝐬𝐭𝐨𝐥𝐨 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 ensinou essa doutrina, inspirado pelo Espírito Santo.
Ele recebeu sua mensagem 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭𝐨 e não dos homens. Isso é confirmado logo no verso seguinte:
“𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢, 𝐧𝐞𝐦 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐧𝐝𝐢 𝐝𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐦 ——𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦, 𝐦𝐚𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭𝐨.”
(Gálatas 1:12)
Isso significa que 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐢 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐚𝐩𝐨́𝐬𝐭𝐨𝐥𝐨𝐬 𝐧𝐞𝐦 𝐩𝐨𝐫 𝐫𝐚𝐛𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐨𝐬 quando começou a pregar o Evangelho. Ele recebeu a mensagem diretamente de Cristo, o que reforça a autoridade divina do que ele escreveu.
𝐀𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐏𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚
1. 𝐎 𝐄𝐯𝐚𝐧𝐠𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐥𝐭𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨 – Nenhuma nova revelação, tradição ou ensino pode modificar o Evangelho original pregado pelos apóstolos.
2. 𝐅𝐚𝐥𝐬𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐣𝐞𝐢𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬 – Mesmo que pareçam espirituais, milagrosos ou venham de figuras importantes (até “anjos do céu”), se forem contrários ao Evangelho, devem ser considerados 𝐚𝐧𝐚́𝐭𝐞𝐦𝐚.
3. 𝐀𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐞́ 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚𝐫 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬 – O verdadeiro servo de Cristo não compromete a mensagem para ser popular.
4. 𝐎 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐭𝐞𝐦 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐯𝐢𝐧𝐚 – Ele não inventou sua mensagem, nem a recebeu de homens, mas de 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬 𝐂𝐫𝐢𝐬𝐭𝐨.
𝐂𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨
Essa passagem é um forte alerta contra qualquer tentativa de modificar o Evangelho. No contexto histórico, Paulo estava combatendo os 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐳𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬, que tentavam impor a necessidade de guardar a Lei de Moisés para a salvação. Hoje, esse princípio continua válido contra qualquer acréscimo ao Evangelho puro de Cristo, seja por 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐫𝐞𝐥𝐢𝐠𝐢𝐨𝐬𝐚𝐬, 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐨𝐮 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐨𝐬.


 

👇SOMENTE AS ESCRITURAS TEM AUTORIDADE PARA A FÉ E PRÁTICA DO CRISTÃO, A BIBLIA É COMPLETAMENTE SSUFICIENTE


Qual Sola Scriptura?
As palavras “Sola scriptura” são do latim: “apenas”, “princípio”, “base”, e a palavra “scriptura” significa “escritos” – referindo-se às escrituras. Scriptura única significa que somente a Escritura tem autoridade para a fé e a prática do cristão. A Bíblia é completa, autoritativa e verdadeira. “Toda a Escritura é ‘inspirada por Deus’ (dada pela inspiração de Deus) e útil para ensinar, para redogir, para corrigir, para instruir em justiça.... ” (2 Timóteo 3:16).
Sozinha scriptura foi o “grito de guerra” da Reforma Protestante. Durante séculos, a Igreja Católica Romana considerou as suas tradições superiores em autoridade à Bíblia. Isso resultou em muitas práticas que eram de fato contraditórias à Bíblia. Alguns exemplos são: a oração aos santos e/ou Maria, a concepção imaculada, a transubstanciação, o batismo de crianças, as indulgências e a autoridade papal. Martinho Lutero, fundador da Igreja Luterana e pai da Reforma Protestante, estava repreendendo publicamente a Igreja Católica pelos seus ensinamentos anti-bíblicos. A Igreja Católica ameaçou Martinho Lutero com excomunhão (e morte) se ele não recuasse. A resposta de Martinho Lutero foi: "Portanto, a menos que eu seja persuadido ou convencido pelo testemunho da Escritura, ou pelo raciocínio mais claro - a menos que eu seja persuadido através das passagens que citei, - e a menos que minha consciência seja submetida desta forma pela Palavra de Deus, não posso voltar atrás e não o farei, porque é perigoso para um cristão falar contra a sua consciência. Eu continuo firme, não posso fazer mais nada; Deus me ajude! Amém!
O primeiro argumento católico contra a Sola Scriptura é que a Bíblia não ensina explicitamente a Sola Scriptura. Isto é, os católicos argumentam que, “A Bíblia, em nenhum lugar estabelece que seja o ÚNICO guia autorizado para a fé e a prática. ” Enquanto isso é verdade – estão errados em reconhecer um ponto crucial. Sabemos que a EBíblia é a Palavra de Deus. A Bíblia declara-se inspirada por Deus, inerrante e autoritativa. Nós também sabemos que Deus não muda Sua opinião ou se contradiz a Si mesmo. Portanto, enquanto a própria Bíblia não puder argumentar explicitamente sobre a "Sola Scriptura", definitivamente não deve ser permitido que as tradições contradigam a sua mensagem. A Sola scriptura não é tanto um argumento contra a tradição como é contra as doutrinas não bíblicas ou anti-bíblicas. A única maneira de saber com certeza o que Deus espera de nós é permanecer fiel ao que sabemos que Ele nos revelou – a Bíblia. Agora sabemos, além de qualquer sombra de dúvida, que o Livro é verdadeiro, autoritativo e confiável. O mesmo não se pode dizer da tradição.
A palavra de Deus é a única autoridade para a fé cristã. Tradições só são válidas quando baseadas na Escritura e estão em total acordo com a Escritura. Tradições que estão em contradição com a Bíblia não são de Deus e não são um aspecto válido da fé cristã. A Sola Scriptura é a única maneira de evitar que a opinião pessoal e subjetiva tenha prioridade sobre os ensinamentos da Bíblia. A essência da Sola scriptura é basear a sua vida espiritual apenas na Bíblia, e rejeitar qualquer tradição ou ensinamento que não concorde plenamente com a Bíblia. 2 Timóteo 2:15 diz “Procura com diligência apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que usa bem a palavra da verdade. ”
A Sola scriptura não nulifica o conceito de tradições eclesiásticas, mas nos dá uma base sólida na qual basear as tradições da igreja. Existem muitas práticas, em ambas as igrejas católica e protestante, que são o resultado de tradições, e não dos ensinamentos explícitos da Escritura. É bom e ainda necessário que a igreja tenha tradições. As tradições desempenham um papel importante na clarificação da doutrina cristã e na organização das práticas cristãs. Ao mesmo tempo, para que essas tradições sejam válidas, não devem discordar da Palavra de Deus. Eles devem ser baseados no sólido fundamento do ensino na Escritura. O problema com a Igreja Católica (e muitas outras igrejas cristãs) é que suas tradições são baseadas em tradições, tradições, tradições - muitas vezes sem que a tradição inicial esteja em completa harmonia com as Escrituras. É por isso que os cristãos devem sempre retornar à Sola scriptura, a autoritativa Palavra de Deus, como a única base sólida para a fé e a prática.
No sentido prático, uma objeção frequente ao conceito de Sola scriptura é o fato de que o cânone da Bíblia não foi oficialmente acordado por pelo menos 250 anos após a fundação da igreja. Além disso, as escrituras não foram permitidas na missa por mais de 1500 anos depois que a igreja foi fundada. Como então, os primeiros cristãos usariam a Sola Scriptura, quando eles nem sequer tinham o total das Escrituras? Como então, os cristãos que viveram antes da invenção da impressão poderiam basear a sua fé e prática no Livro somente se não havia como eles terem uma cópia completa das Escrituras? Esta discordância é então reforçada pelos mais altos índices de analfabetismo ao longo da história. Como a siptura lida com esses problemas?
O problema com este argumento é que ele está essencialmente dizendo que a autoridade das Escrituras é baseada na sua disponibilidade. Este não é o caso. A autoridade das Escrituras é universal, porque é a Palavra de Deus e a Sua autoridade. De fato, que a Escritura não estava acessivelmente disponível, ou mesmo o fato de que as pessoas não conseguiam ler, não muda o fato de que a Escritura é a Palavra de Deus. Mais ainda, em vez de este ser um argumento contra a Sola Scriptura, é na verdade um argumento para o que a igreja deveria ter feito, em vez do que fez. A igreja primitiva deveria ter feito a sua maior prioridade, copiar a Escritura. Enquanto era irreal que cada cristão possuísse uma cópia completa da Bíblia, se era possível que cada igreja tivesse algo, a maioria, ou todas as escrituras disponíveis. Todo líder da igreja deveria ter estudado as Escrituras como sua maior prioridade, para que eles pudessem ensiná-la corretamente. Mesmo que as Escrituras não estivessem disponíveis nas missas, pelo menos os líderes da igreja poderiam ter sido bem treinados na Palavra de Deus. Em vez de construir tradições sobre tradições e passá-las de geração em geração – a igreja deveria ter copiado e ensinado as Escrituras (2 Timóteo 4:2).
Novamente, as tradições não são o problema. O problema são as tradições não bíblicas. A disponibilidade das escrituras ao longo dos séculos não é um fator determinante. As escrituras são o fator determinante. Agora temos as escrituras disponíveis e acessíveis para nós. Através do estudo da Palavra de Deus, é claro que muitas tradições eclesiásticas que se desenvolveram ao longo dos séculos estão de fato em contradição com a Palavra de Deus. É aqui que se aplica a scriptura única. Tradições que são baseadas e concordam com a palavra de Deus podem ser mantidas. Tradições que não são baseadas ou discordam da Palavra de Deus devem ser rejeitadas. A Sola Scriptura nos leva de volta ao que Deus nos revelou em Sua Palavra. Finalmente, a Sola scriptura nos aponta novamente para o Deus que sempre fala a verdade, nunca se contradiz a Si mesmo, e sempre se comprovou ser confiável.
NTE

 

O CRISMON DE CONSTANTINO



O CRISMON DE CONSTANTINO
“NÃO EXISTIA” NO PRIMEIRO SÉCULO
A cegueira espiritual estará enquanto quiserem.
Católicos dizem que apóstolos no PRIMEIRO SÉCULO oficializaram missa.
Essa lâmina tem o crismon de Constantino. Provavelmente este altar foi construído depois do ano 313
E não no primeiro século.
#1 E Constantino nasceu em 272 dc
Como é que o criminoso de Constantino aperta no PRIMEIRO SÉCULO?
# 2 o crismon de Constantino aparece no ano 313
#3 Constantino I, também conhecido como Constantino, o Grande, nasceu em 27 de fevereiro do ano 272 d.C. em Naissus, uma cidade da atual Sérvia.
Então como aparar o crismon de Constantino disque no primeiro século
E que Hera Igreja Cristã do primeiro século.
MENTIRA ROMANA
MENTIRAS CATÓLICAS
“Como as pessoas enganam “
E assim haverá muitos que ganhando a estupidez a corrida para o cérebro
Eles vão reagir escrevendo mentiras
Constantino I foi o primeiro imperador romano a converter-se ao cristianismo.
QUE EXERCE A IGREJA CATÓLICA
“NÃO AO CRISTIANISMO DA IGREJA PRIMITIVA”
Seu reinado estendeu-se de 306 até 337 d.C. governou por quase 40 anos.
A estátua é de Constantino 1, do seu imperador Romano e assim até hoje os sucessores não são pais são
Imperadores Romanos que seguem a sucessão.
A estátua de Constantino 1 que está no altar provavelmente é de Constantino já que o símbolo “ crisomo “está abaixo
É da Igreja Católica Romana este Crismo tem o papai e os padres nas suas roupas.
#4 os apóstolos nunca deram missa tendo uma estátua em um altar.
Nunca adoraram nem serviram para imagens.
Não existem textos que verifiquem uma mentira tremenda
#5 sim Constantine 1 Hera Christian
Porque se identifica com um crismon.
Romano
e não com um peixe símbolo cristão.
Já que o símbolo de TODO cristão é no primeiro século Hera o peixe e até hoje esse é o nosso símbolo o peixe. Hera o símbolo secreto dos cristãos devido à perseguição dos Romanos.
NÃO SE DEIXE ENGANAR E
APRENDA QUE O PAI DE TODA MENTIRA É SATANÁS E VOCÊ SEUS FILHOS POR COMPARTILHAR MENTIRAS.
Jolie Arellano
Compartilhe. Obrigado.
Estate lâmina diz que os apóstolos celebravam missa no primeiro século.
🤮🤮🤮🤮mas tem o crismon de Constantino e Constantino nasceu em
o ano 272 depois de Cristo
Como apareceu o crismon de Constantino no primeiro século 🤣🤣🤣🤣 as mentiras de defesa católica para os cegos que assistem não veem 👇👇👇👇







 

sábado, 25 de setembro de 2021

PORQUE REJEITAR A DOUTRINA DO PURGATORIO

 Porque rejeitar a doutrina do Purgatório!





















[1] A propiciação dos nossos pecados
′′ Ao qual Deus propôs em propiciação pela fé em seu sangue, para manifestação de sua justiça..." (Rom. 3:25).
Seria realmente contra a justiça de Deus, se Ele diria: esquecido de ignorar, mas Ele tem um meio de reconciliação, um meio de pagar a nossa culpa: o Sangue de Jesus Cristo.
Este meio reconciliador está colocado por Deus à nossa disposição, de pura graça, por seu amor infinito ao homem perdido.. Só temos que aceitá-lo em fé. É um presente incompreensível, que pela fé podemos abraçar o Senhor Jesus como nosso Redentor. ′′ Aquele que nos amo, e nos lavou dos nossos pecados com o seu sangue... seja glória e império ′′ (Apoc. 1:5)
[2] O Sangue de Jesus nos limpa e não a penitência que nós poderíamos fazer. Em 1, Jn. 1:9 lemos: ′′ Se confessarmos nossos pecados (não se fizermos penitência), Ele é fiel e justo para que nos perdoe nossos pecados, e nos limpe de toda a maldade ". Se Deus propôs ao sangue de Jesus como propiciação de nossos pecados, eu acho que o homem é muito altivo se ele mesmo quiser pagar seus pecados. Se o sangue de Cristo limpa o pecado, como Deus pode, depois da minha morte, exigir penitência em um purgatório? Isso é negar a perfeita obra de salvação de Cristo Jesus.
[3] O purgatório implica que nossas obras são realmente as que nos levam para o céu, em vez da fé em Cristo. E QUE O SACRIFÍCIO DE CRISTO NÃO FOI SUFICIENTE PARA EXPIAR OS PECADOS.
porque com uma só oferenda tornou os santificados perfeitos para sempre. E testemunha-nos o mesmo o Espírito Santo; porque depois de ter dito: Este é o pacto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei minhas leis em seus corações, e em suas mentes as escreverei, acrescenta: E nunca mais me lembrarei dos seus pecados e transgressões.
Hebreus 10:14-17
Aquele que faz perfeitos é Jesus Cristo não um purgatório, Cristo nos fez perfeito em santificação através da oferenda do seu corpo uma vez por todas.
[4] No dia em que Cristo morreu, meus pecados foram carregados (imputados) para sua conta de uma forma real. Por isso Cristo sofreu um puro inferno na cruz, um inferno de dor e de separação temporária do Pai, expresso em seu grito: ′′ Meu Deus, meu Deus, por que você me abandonou ". Desse mesmo jeito, no dia em que eu Deposito minha fé em Cristo como meu Senhor e Salvador, seu caráter moral perfeito me é carregado na minha conta. A isto que acabamos de explicar é que chamamos de dupla imputação em teologia.
Ali na cruz, meus pecados foram imputados a Cristo, e sua santidade ou caráter moral me é carregado à minha conta, o que acontece no dia em que eu lhe entrego a minha vida. Como resultado, duas coisas acontecem:
Eu fico sem dívida. Eu adquiro uma santidade alheia, que me foi concedida ao eu crer em Cristo como Senhor e Salvador. Essa santidade é a santidade de Cristo.
Conscidere uns dos muitos textos que nos fala que a Cristo foi imputado os nossos pecados
quem levou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que nós, estando mortos aos pecados, vivamos à justiça; e por cuja ferida fostes curados.
1 Pedro 2:24
A imputação de Justiça ao Cristiano.
por isso também a sua fé lhe foi contada por justiça. E não só em relação a ele se escreveu que lhe foi contada, mas também em relação a nós a quem deve ser contada, isto é, aos que cremos naquele que levantou dos mortos a Jesus, Senhor nosso, o qual foi entregue por nossas transgressões, e ressuscitado para nossa justificação.
Romanos 4:22-25
[5] o qual, sendo o brilho da sua glória, e a própria imagem da sua substância, e que sustenta todas as coisas com a palavra do seu poder, tendo efetuado a purificação dos nossos pecados por meio de si mesmo, sentou a destra da majestade nas alturas,
Hebreus 1:3
Aqueles que desejam ter seus pecados purificados precisam confiar em JESUS, não em um lugar. O sangue de Cristo é o único agente de limpeza para o pecado! Aqueles que vêm à cruz de Cristo devem vir de mãos vazias da fé, não trazendo nada além dos seus pecados.
Em outras palavras Cristo ao levar nosso pecado e colocá-lo na cruz, efetuou a purificação através de seu, seu sangue como o do cordeiro foi entregue em sacrifício para limpar, expiar e lavar todos os nossos pecados
O purgatório faz vão todo o sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo.
[6] Se o purgatório existisse, onde fica o sacrifício que Jesus fez ao morrer pelos nossos pecados?
Romanos 5:8 Mas Deus mostra seu amor para conosco, em que sendo ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
Isaías 53: 5 Mas ele ferido foi pelas nossas rebeliões, moído pelos nossos pecados; o castigo da nossa paz foi sobre ele, e pela sua ferida fomos nós curados.
A ideia do purgatório é que eu pague pelos meus pecados.
[7] sabendo que fostes resgatados da vossa maneira de viver, a qual recebestes dos vossos pais, não com coisas corruptíveis, como ouro ou prata, mas com o sangue precioso de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem poluição ′′ (1 Pe. 1:18-19).
Ele teve que pagar um preço por você e eu, esse sacrifício que Cristo rendeu nos resgata da nossa vã maneira de viver, e isso com o sangue precioso de Cristo, o que nos limpa dos nossos pecados.
Cristo teve que pagar de uma forma real nossos pecados levando na Cruz, seria terrível dizer que devo ir depois da morte para um purgatório para eu voltar a pagar o que Cristo já pago.
[8] Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela; porque estreita é a porta, estreita o caminho que leva para a vida, e poucos são os que a encontram ".
Mateus 7:13-14
A Bíblia diz que há apenas 2 caminhos. A estrada estreita que te leva ao céu, ou a estrada larga que te leva ao inferno. Então, por que os católicos acreditam em purgatório?
Vemos exemplo na escrita de um ladrão arrependido que Cristo perdoa estando na Cruz
Nós, à verdade, justamente padecemos, porque recebemos o que mereceram os nossos feitos; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: lembre-se de mim quando vier no seu reino. Então Jesus disse-lhe: De verdade eu te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
Lucas 23:41-43
[9] Tito 3:5
Ele nos salvou, não por obras de justiça que nós tivéssemos feito, mas conforme a sua misericórdia, por meio da lavração da regeneração e renovação pelo Espírito Santo,
Note que diz nos salvo!
Não tivemos nada a ver com redenção (é só e unico pelo sangue precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo). Não há nenhuma obra que o homem possa fazer para se limpar do pecado.
[10] O Concílio de Trento ousa declarar que ′′ Deus nem sempre remete o castigo completo devido ao pecado junto com a culpa. Deus requer satisfação e punirá o pecado... O pecador, falhando em fazer penitência nesta vida, pode ser punido em outro mundo, e assim não ser afastado eternamente de Deus ′′ (Sessão 15, Can. Xi). Esses bispos católicos tiveram a audácia de declarar que o sacrifício e a morte do homem perfeito de Deus e o perfeito substituto do homem não foram suficientes para satisfazer a justiça divina pelo pecado.
mas já foram lavados, já foram santificados, já foram justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
1 Coríntios 6:11
Conclusão
A salvação bíblica, além disso, não precisa de um lugar como o Purgatório. A salvação bíblica não depende das obras nem do sofrimento de pecadores, mas somente de Cristo. O Senhor Jesus Cristo fez ′′ a purificação dos nossos pecados ′′ (He. 1:3) na cruz. Seu sangue pode limpar o pecador mais vil (He. 9:14). Não resta nenhum castigo temporário pelo qual o crente deva expiar; Jesus pagou por tudo: ′′ E ele é a propiciação pelos nossos pecados ′′ (1 Jn. 2:2).
A salvação bíblica não tem necessidade de um lugar como o Purgatório onde a alma supostamente se torna objetivamente linda para Deus. Mais está enraizada na imputação da própria justiça perfeita de Deus (2 Co. 5:21). A salvação bíblica produz uma justiça que é pela fé desde o começo até o fim: ′′ Porque no evangelho a justiça de Deus se revela por fé e para fé... ′′ (Ro. 1: 17). O pecador coloca sua confiança em Cristo para a justificativa. Caminhe por fé, e através do treinamento do Espírito viva retamente. No entanto, não tem esperança de que alguma vez possa ser pessoal e objetivamente tão bom em símismo ao ponto de comparecer na presença de Deus. Confie apenas em Cristo para a salvação (Fil. 3:7-9).
Ao invés de focar nas boas obras e no sofrimento da pessoa, a salvação bíblica destaca a perfeita obra de Cristo. Cristo é o suficiente para apresentar os pecadores perante Deus ′′ sem mancha na frente de sua glória com grande alegria ′′ (Jud. v. 24). Deus não olha mais para a pessoa como um pecador imundo, mas vê-lo apenas em Cristo (Ef .. 1: 1-14), santos e sem mancha na frente Dele.